Cloud First

Por que não ir para a Cloud?

Esse post foi escrito por um amigo Wembley Carvalho do Cloudbr.

O que a alguns anos atrás era apenas uma modinha, ambiente de teste para pequenas empresas e laboratório de Startups, está passando a ser a preferência de empresas de todos os portes.

Venho escutando cada vez mais esse termo nos últimos tempos e até arrisco a dizer que esse movimento está, de uma certa forma, sintonizado com as crises que o mundo vem enfrentando.

Não é à toa que esse movimento ocorre em conjunto com outras disrupturas de conceitos, tais como o surgimento do Uber, Netflix, Spotify, AirBnB e outros. Deixamos de ser donos e passamos a ser consumidores de recursos, uma vez que comprar sempre leva tempo e corremos o risco de mudarmos de ideia em pouco tempo, e tecnologia e sua infraestrutura não é diferente e a Cloud nos proporciona exatamente isso.

O fato de subir toda uma infraestrutura com servidores, banco de dados, load-balance, rede, firewall e CDN, em alguns minutos e a partir de uma simples chamada de API que executará um script JSON previamente criado, customizado, homologado e em qualquer região do mundo se diferencia de qualquer Data center ou CPD convencional. Essa chamada de API pode ser feita de varias formas possíveis, essa semana mesmo um dos projetos que estou participando é de fazer uma chamada de API para criação de um site em WordPress via comando de voz utilizando o AmazonEcho, ou seja, um simples comando de voz para um dispositivo cria uma nova instancia EC2 (servidor) na AWS e faz o deploy da versão mais nova do WordPress e customiza a tela de instalação em menos de 1 minuto.

Outro diferencial com relação a Cloud é a elasticidade e pagamento sob demanda, onde sua infra pode crescer para o tamanho necessário e pelo tempo que for preciso, executar as operações necessárias e depois ser desligada, uma vez que se paga apenas pelo que se utiliza. Podemos aumentar em 10x, por exemplo, às vésperas da BlackFriday e voltar ao “normal” no sábado. Ou seja, não precisamos mais redimensionar o ambiente pelo pico, o ambiente sempre terá a infra necessária, desde que seja planejado.

Soluções simples e que muitas empresas gastam muitos recursos para manter, como Backup. Até mesmo porquê todos sempre pensam em Backup, mas são haras as empresas que se preocupam com o restore.

Lidar com fitas de backup é muito complicado:

  • Elas tem prazo de validade (que ninguém se importa);
  • Precisam de equipamentos específicos para cada tipo de fita;
  • Poucos fazem teste de Restore com elas;
  • São lentas;
  • Precisam de local apropriado para armazenagem;

Imagina uma empresa que precisa manter, por complience, dados de clientes por 5 anos, quem garante que os dados estão bem armazenados de verdade?

Jogue a primeira pedra quem nunca teve problema com restore!

Existem soluções específicas para esse tipo de backup, como o Amazon Storage Gateway, que se encarrega de transferir seus backups feitos on-premises para o Amazon Glacier (serviço de armazenamento da dados em nuvem de custo extremamente baixo para arquivamento e backups de dados de longa duração)

Esses são apenas alguns conceitos que fazem o diferencial da Cloud e que deixam cada vez mais as empresas focadas no negócio e não mais em TI.

A área de T.I. deve ser um facilitador para o negócio e nunca um obstáculo!

Cloud deixou de ser uma opção e passou a ser um caminho sem volta e a cada dia passamos a usar mais recursos dela..

Fonte: Cloudbr

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